Ao lado de Marcelo Gomes – Aspirinas, Cinema e Urubus – cruzamos
viajo porque preciso, volto por que te amo.
Filme de Karim Ainouz – Céu de Sueli/Madame Satã – e Marcelo, o filme narra a travassia que o
geólogo José Renato faz pelo sertão nordestino.
Mas já não é mais o mesmo sertão de antes. Funcionário público de Fortaleza, em missão de trabalho, analiza
terras para construção de um canal de transposição de águas. Porque será que inauguraram 2 meses atrás o canal um canal por lá?
:)
Filme que começou a ser rodado a 10 anos atrás, transforma imagens fundalmente documentais em uma narrativa ficcional.Um documento sobre o trabalho e o comércio de bugigancas em camelodromos no sertão dão lugar a essa viagem de José Renato, geologo, abandonado, sofrido. ô como sofre.
Foi um dos trabalhos mais interessantes em que pude participar.
Um dos momentos mais interessantes foi nossa discussão a respeito do que é que torna um filme uma experiência imersiva. A quantidade de sons saindo das caixas ou o poder da narrativa em lhe aprisionar dentro da estória.
Não fecho em nenhum dos dois pontos… acho que preciso tentar ler aquele bergson… ainda remanescente da minha dissertação… mas de qualquer forma acho o debate interessante.
Só divulgo agora, em cima da hora porque só soube, :)
agora…
Arte Sonora Hoje
É um espaço de discussao sobre arte contemporanea, focado nas experiencias apresentadas pelos artistas convidados. O crescimento da utilizaçao do som na arte contemporanea nos leva necessariamente a refletir se estamos diante de um modo radicalmente novo de fazer arte e como ele se afirma dentre as outras mídias já conhecidas.
“Arte Sonora Hoje” Atraves dos trabalhos apresentados e do debate publico, trata das possibilidades abertas por experiencias artisticas
ainda nao totalmente exploradas como radioarte, esculturas sonoras, performances, videoarte e similares.
A primeira ediçao ocorreu em Novembro de 2008
com o artista Fernando Gernhein
Em 24 Janeiro 2009 17h
Ricardo Cutz
Ricardo é um artista sonoro cujo trabalho passa pelo cinema, música e artes plásticas.
Trabalha com cinema, é membro do grupo Hapax, realiza trabalhos de arte sonora e urbana com Gps,
instalacoes interativas e apresentacoes musicais. No bate papo ele trata do seu trabalho e de sua produçao em um encontro informal.
o evento conta ainda com a apresentacao de animacoes de Romano, da serie “do deslocamento”, realizada no Porto, PT, em 2000
e uma breve audiçao de faixas do último cd do maestro GUILHERME VAZ
Depois de alguma reflexão, decidi postar uma proposta básica de orçamento para pós-produção de som de filmes. Hoje com alguma experiência poderia afirmar que nem sempre os produtores de cinema, no Brasil, orçam de maneira completa a pós-produção de som de seus filmes.
Quero dizer com isso que, as vezes na hora de contratar a edição ou a mixagem, muitas vezes os valores disponíveis estão inferiores aos necessários. Não desejo investigar o porque disto, mas segue uma sugestão de itens para orçamentos de pós-produção de som:
Edição:
Sugiro sempre orçar estes itens:
- Editor (geralmente tem seu próprio equipamento)
-Assitente de edição (muitas vezes tmb tem seu equipamento)
-dublagens ( algumas horas, para correção de diretos
imprestáveis ou para criação de off`s etc..)
-Gravação de sons adicionais (Sempre que possível sons gravados especialmente – tipo sons ambientes, sons de carros, burburinhos, etc…)
-ruídos de sala ou foley (é o profissional que grava todos os sons que os personagens pode fazer, ao pegar copos, chaves, mochilas, abrir portas, etc…)
-Compra de Efeitos sonoros especiais (as vezes pode-se comprar sons prontos, por exemplo tiros feitos por Sound Designer americanos especialistas neste tipo de produto)
Mixagem
-MIxador
-Estudio de Mixagem
-Print Master (quando o filme for encodado pela dolby)
-Licensa Dolby
-M.O. Disk (para o print master dolby)
De modo geral recomenda-se ao menos 8 semanas de edição para um longa metragem de ficção.
Para mixagem a estimativa correta é de 4 a 5 semanas.
Na pós-produção de som a semana é entendida como 5 dias de 8 horas ou 40 horas semanais.
humm, eu gostei muito do livro, acho que qualquer um que goste de música, adoraria-o, mas senti falta dos, ou de algum disco do james brown, chet baker e tom zé… por exemplo…
Além disso fiquei pensando se um livro destes seria viável antes da internet… imagina vc sugerir às pessoas que ouçam 1001 discos essenciais, se elas não tivessem como acessá-los… acho que jamais seria publicado…
Ando meio vidrado na Volvo Ocean Race.
Humm… no films at all, it`s true…
Bem a cobertura é bem legal, já que dentro de cada barco, um dos tripulantes é resposavel
por filmar, fotografar, editar e transmitir por satélite imagens diárias da atividade no barco…